Desde o ano passado criousse uma certa polêmica sobre os paredões ao ponto de se fazer um movimento denominado de CIVILIDADE JÁ onde moradores do centro da cidade se mobilizaram contra o excesso de som desses brinquedos sonoros, onde em parte concordei.Na verdade o que faltava era organização.O Ministério Público decretou este ano que só poderia tocar os paredões que conduzissem blocos, assim foi feito e o que mais se viu foram centenas de pessoas brincando atrás dos paredões.O jovem adora os sons estridentes desses veículos e a massa acompanha sem importância alguma de destruir os tímpanos,afinal é carnaval.Se na verdade fizessem uma pesquisa de opinião pública entre os jovens sobre ter ou não paredões a resposta estava nas avenidas nos 3 dias de carnaval deste ano.Entendo todas as formas de moldar uma festa de centenas de anos como o carnaval,todavia sem som ficaria além de antiquado seria mergulhar numa decadência total.Precisamos ressurgir esta festa,somos a única cidade da região que faz carnaval.A organização é fundamental e parte dos orgãos competentes como Prefeitura,Ministério público,Polícia Militar assim como foi feito este ano e numa forma eclética pode-se então dizer que é possivel agradar a gregos e troianos ou numa linguagem mais carnavalesca.Fica feliz quem brinca no Bloco da Saudade e quem brinca no Stourão e depois de uma pinga amigo. "Atrás de um paredão só não vai quem já morreu!"
Gilberlan Pereira

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